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sábado, 17 de agosto de 2019

Delirium (Symphonic Progressive Rock {México})

Delirium lançou seu álbum de estréia em 1985.
A música lembra Iconoclasta (especialmente o guitarrista, que tem o mesmo tom do Ricardo Moreno),
mas esses caras estavam determinados a criar algo mais intenso.
As faixas tendem a ser mantidas curtas e rápidas, e apresentam múltiplos solos e
duelos de inspiração clássica (muitas vezes contraponto) entre o guitarrista e o tecladista.
Algumas das faixas também apresentam violino.
Não tenho mais informações sobre a banda, além de que ela tem mais dois álbums:
"Tomando decisiones" (1991) e "El teatro del delirio" (1997).
O último, "El teatro del delirio", na verdade é o primeiro registro da banda, tendo sido gravado
em 17 de março de 1984 na casa de Victor Baldovinos com os engenheiros de som da Chac Mool.
Aqui, a produção é de péssima qualidade e as músicas estão em um nível
bem abaixo do que foi apresentado no seu álbum de 1985, "Primer dialogo".
Este álbum foi lançado no ano de 1997 nos formatos CD e LP pelo selo Sol & Deneb Records
e relançado pelo mesmo selo em 2011, (desta vez intitulado "First") com uma capa diferente.

⭐⭐⭐⭐⭐

Delirium released her debut album in 1985.
The song resembles Iconoclasta (especially the guitarist, who has the same tone as Ricardo Moreno),
but these guys were determined to create something more intense.
The tracks tend to be kept short and fast, and feature multiple classically inspired solos and
duels (often counterpoint) between the guitarist and the keyboard player.
Some of the tracks also feature violin.
I don't have any more information about the band, besides she has two more albums:
"Tomando decisiones" (1991) and "El teatro del delirio" (1997).
The latter, "El teatro del delirio", is actually the band's first record, having been recorded on
March 17, 1984 at Victor Baldovinos' house with Chac Mool's sound engineers.
Here, the production is of very poor quality and the songs are well below
what was featured on their 1985 album, "Primer dialogo".
This album was released in 1997 in CD and LP formats by Sol & Deneb Records label
and was re-released by the same label in 2011 (this time titled "First") with a different cover.

ALBUMS

Primer dialogo (1985)
01. Armagedon
02. Atrio de las animas
03. Nocturno en caminata
04. Primer dialogo
05. Hellyet
06. Lagrimas

Membros
Manuel Lhoman - baixo
Daniel Rivadeneyra - guitarras
Amador Ramirez - teclados
Victor Baldovinos - bateria
Oscar Saldaña - vocais
Convidado
Alfredo Flores - violino

Mp3 320kbps and full artworks: enjoy!

El teatro del delirio (1997)
[recorded in 1984]
01. El teatro del delirio
02. Armagedón
03. El atrio de las animas
04. Fruto
05. Asilo de ancianos
06. El lago de cristal
07. Lagrimas
08. Santo oficio
09. Nocturno en caminata

Membros
Manuel Lhoman - baixo
Daniel Rivadeneyra - guitarras
Amador Ramirez - teclados
Victor Baldovinos - bateria
Oscar Saldaña - vocais

Mp3 320kbps and full artworks: enjoy!

Link para o download dos 2 albums: enjoy!

DeliriumPrimer dialogo - 1985 (full album)

Ricordi d'Infanzia - Io uomo - 1973 (Heavy Progressive Rock {Itália})

Esta banda de Brianza lançou apenas um álbum e um par de singles em 1973.
Eles já haviam tocado com o nome de Gli Aspidi e também estavam presentes
na compilação da Fonit "Nuovi complessi d'avanguardia da Radio Montecarlo".
Com o novo nome, Ricordi d'Infanzia - desde 1972 -, eles tocaram como banda de apoio para I Pooh e Le Orme.

"Io uomo" contém um som progressivo muito bom, baseado em letras sobre a criação da humanidade
(um tema recorrente nos álbuns conceituais de muitas bandas progressistas italianas).
O álbum, de oito faixas, tem seus melhores momentos em "Preghiera", "Morire o non morire" e
a abertura "Caos", uma das poucas faixas com teclados à frente.

Após o desaparecimento do álbum, totalmente despercebido devido à falta de promoção da gravadora,
o grupo teve uma mudança de formação, com os recém-chegados Gianni Bari (sax) e
Ugo Biondi (teclados) substituindo Cassina e Vergani, e eles tocaram até 1976.

⭐⭐⭐⭐⭐

This band from Brianza, only released an album and a couple of singles in 1973.
They had previously played under the name of Gli Aspidi and were also present
on the Fonit compilation "Nuovi complessi d'avanguardia da Radio Montecarlo".
With the new name, Ricordi d'Infanzia - since 1972 -, they played as support band to I Pooh and Le Orme.

"Io uomo" contains a very good progressive sound, based on lyrics about the creation of mankind
(a recurring theme in many Italian prog bands' concept albums).
The eight tracks album has its best moments in "Preghiera", "Morire o non morire" and
the opening "Caos", one of the few tracks with keyboards to the fore.

After the demise of the album, totally unnoticed due to the lack of promotion from the record company,
the group had a line-up change, with newcomers Gianni Bari (sax)
and Ugo Biondi (keyboards) replacing Cassina and Vergani, and they played until 1976.

Membros
Emilio Mondelli - vocais
Franco Cassina - guitarra, vocais
Maurizio Vergani - teclados, vocais
Tino Fontanella - baixo
Antonio Sartori - bateria, percussão

01. Caos
02. Creazione
03. L'Eden
04. 2000 anni prima
05. Preghiera
06. Morire o non morire
07. 2000 anni dopo
08. Uomo mangia uomo

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Ricordi d'Infanzia - Io uomo - 1973 (full album)

Cornucopia - Full horn - 1973 (Progressive Rock {Alemanha})

Cornucopia representava fantasia, originalidade e variedade. Em seu único álbum, "Full horn", gravado em 1973, Cornucopia tocou um rock fusion excêntrico que foi tão convincente na suíte de 20 minutos "Day of a daydreambeliever" quanto no compacto rock de três minutos "Morning sun". Cornucopia sabiamente evitou ser previsível e acrescentou seu estilo único e intelectual à evolução do rock alemão em crescimento lento. O responsável pelo seu estilo foi o produtor Jochen Peterson, um ex-membro da Ikarus.

O septeto se reuniu em 1972 em Hamburgo e consistiu de Wolfgang Kause (vocal), Wolfgang Bartl (baixo), Christoph Hardwig (teclados, guitarra), Wolfgang Gaudes (bateria), Kai Hendrik Motler (guitarra), Harry Koch (percussão, efeitos) e Rudy Holzhauer (percussão). As "letras valem a pena prestar atenção e elas têm uma riqueza de idéias musicais" (Sounds). Essas idéias surgiram principalmente da mente de Christoph Hardwig e foram levadas à perfeição por toda a equipe.

Mesmo nos estágios iniciais do desenvolvimento do cenário do rock alemão, Cornucopia incorporava o princípio de uma banda democrática e era apenas marginalmente influenciada por instituições anglo-americanas como Vanilla Fudge e Genesis.

"Full horn" permaneceu como o único álbum da Cornucopia. Por que a banda de Hamburgo nunca foi tão bem sucedida como eles mereciam permanece aberta à especulação. Uma das razões para o seu fracasso, talvez, é que Cornucopia não fez o suficiente para sua imagem e teve problemas para aceitar as regras do negócio. A banda insistiu em suas liberdades e apenas relutantemente cumpriu seus deveres de promoção. Eles esperavam obter muito reconhecimento por "Full horn", mas quando não se concretizou, Cornucopia ficou tão desiludida que, em 1974, desistiu.

⭐⭐⭐⭐⭐

Cornucopia stood for fantasy, originality and variety. On their only album, "Full horn", recorded in 1973, Cornucopia played an eccentric fusion rock that was as convincing in the 20-minute suite "Day of a daydreambeliever" as in the compact three-minute rock song "Morning sun". Cornucopia cleverly avoided being too predictable and added their unique, intellectual style to the slowly growing German rock evolution. The responsible for their style was producer Jochen Peterson, a former member of Ikarus.

The septet met 1972 in Hamburg and consisted of Wolfgang Kause (vocal), Wolfgang Bartl (bass), Christoph Hardwig (keyboards, guitar), Wolfgang Gaudes (drums), Kai Hendrik Motler (guitar), Harry Koch (percussion, effects) and Rudy Holzhauer (percussion). The "lyrics are worth paying attention to and they have a richness of musical ideas" (Sounds). These ideas mainly sprang from Christoph Hardwig's mind and were brought to perfection by the entire team.

Even in the early stages of the developing German rock scene, Cornucopia embodied the principle of a democratic band and were only marginally influenced by Anglo-American institutions like Vanilla Fudge and Genesis.

"Full horn" remained Cornucopia's only album. Why the Hamburg band never was as successful as they would have deserved remains open to speculation. One of the reasons for their failure, perhaps, is that Cornucopia did not do enough for their image and had problems accepting the rules of the business. The band insisted on their liberties and only reluctantly fulfilled their promotion duties. They had hoped to get a lot of recognition for "Full horn", but when it failed to materialise, Cornucopia were so disillusioned that in 1974 they gave up.

Membros
Wolfgang Kause - vocal
Wolfgang Bartl - baixo
Christoph Hardwig - teclados, guitarra
Wolfgang Gaudes - bateria
Kai Hendrik Motler - guitarra
Harry Koch - percussão, efeitos
Rudy Holzhauer - percussão

01. Day of a daydreambeliever:
a) Humanoid robot show b) Hope (part one) c) Desillusion
d) Hope (part two) e) Death of a clown f) D-d-daily review
g) Night, night/Mankinds motor dream h) The sound of national caughing
02. Morning sun, version 127 (for the charts)
03. Spot on you, kids
04. And the madness...

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Cornucopia - Full horn - 1973 (full album)

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Farout - Further out - 1979 (Progressive Jazz Fusion Rock {Finlândia})

Farout foi uma banda de rock progressivo de Lappeenranta, Finlândia,
fundada em 1977 e ativa até 1982 com vários line-ups.
Farout foi a campeã do rock progressivo no concurso de música rock finlandesa na primavera de 1978.
A banda gravou seu único LP para a Kompass Records no Birdland Studios, Mellunmaki, Helsinki, em 1979.
A engenharia de discos foi feita no estúdio de Dan Tigersted, o estúdio "guru" daqueles dias.
Ele gravou o material em um gravador de 8 pistas durante cinco longos dias úteis.
O tenor saxofone e flautista, o falecido Pekka Pöyry, estrelou no álbum.
Pöyry, que morreu em 1980, ficou conhecido por seus créditos com
Tasavallan Presidentti e Jukka Tolonen Band, entre inúmeras outras gravações.
Não foi fácil para uma banda de rock progressivo fazer shows ou gravar na era do punk e do finnrock,
mas a Kompass Records de Helsinki decidiu assumir o risco e produzir o LP "Further out".

Farout consistia em jovens músicos que foram, alguns deles, mais tarde conhecidos como músicos profissionais.
Os mais famosos são Jarmo Nikku (guitarra), Timo Pratskin (teclados) e Masa Maijanen (baixo).
Ike Kallio (teclados), Ari Erkko (guitarra), Jouni Limingoja (baixo), Lauri Valjakka (bateria) e Ismo Homanen (teclados)
também participaram da vida musical finlandesa, tocando em várias bandas e sessões de estúdio
ou trabalhando como músicos profissionais, produtores musicais ou professores de música.

⭐⭐⭐⭐⭐

Farout was a progressive rock band from Lappeenranta, Finland,
founded in 1977 and active until 1982 with various line-ups.
Farout was the progressive rock champion in the Finnish rock music contest in spring 1978.
The band recorded their only LP-record for Kompass Records at Birdland StudiosMellunmaki, Helsinki, in 1979.
The record engineering was done at Dan Tigersted's studio, the guru studio of those days.
He recorded the material on an 8-track recorder during five long working days.
The tenor saxophone and flute player, late Pekka Pöyry guest starred on the record.
Pöyry, who died in 1980, became well known for his credits with
Tasavallan Presidentti and Jukka Tolonen Band among numerous other recordings.
It wasn't easy for a progressive rock band to get gigs or record in the era of punk and finnrock,
but Kompass Records from Helsinki decided to take the risk and produce the LP "Further out".

Farout consisted of young musicians who was, some of them, became later well known as professionals musicians.
The most famous are Jarmo Nikku (guitar), Timo Pratskin (keyboards) and Masa Maijanen (bass).
Ike Kallio (keyboards), Ari Erkko (guitar), Jouni Limingoja (bass), Lauri Valjakka (drums) and Ismo Homanen (keyboards)
have also been active in the Finnish music life, either by playing in several bands and studio sessions
or working as professional musicians, music producers or music teachers.

Membros
Ari Erkko - guitarras elétricas e acústicas
Ike Kallio - sintetizador Yamaha CS-80,
órgão Hammond, sintetizador micro-Moog
Jarmo Nikku - guitarra elétrica e acústica, pandeiro
Ismo Homanen - Fender Rhodes piano,
sintetizador de cordas, sintetizador micro-Moog
Jouni Limingoja - baixo
Lauri Valjakka - bateria, sinos, pandeireta, congas, letras e vocais
Convidado
Pekka Pöyry - saxofone soprano, flauta

01. Nassau boogie
02. Daybreak
03. Muppet dance
04. Further out
05. Walrus jump
06. Do it
07. Four to two
08. Tidy
09. Brainwash (…uhh!)
10. Headlights (bonus)
11. Essential spirangel (bonus)
13. Further out vol. 1 (bonus)
14. Fearless clown (bonus)
15. Red cabbage (bonus)

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Farout - Tidy - live 1978

Brégent (Progressive Avant-Garde Rock {Canadá})

Os irmãos Michel-Georges (teclados) e Jacques Brégent (vocais) criaram o seu próprio grupo de rock com dois saxes, onde ilustraram musicalmente os textos dos poetas de língua francesa do século XX (como Baudelaire, Verlaine e Villon) mas também alguns dos mais reverenciados "chansonniers": Léveillé e Leclerc e o semi-anarquista Léo Ferré. Jacques cantou esses textos com grande liberdade de adaptação, sendo muito dinâmico, desde o sussurro até o grito com uma grande voz. Suas ilustrações sonoras eram bastante dramáticas, jazzísticas, góticas, às vezes desgastadas em improvisações de jazz gratuitas, únicas, inventivas (na época, mas ainda soam bastante incomuns hoje em dia) e ouso dizer: progressivas. Eles lançaram seu primeiro álbum em 1973 chamado "Poussières des regrets" (Poeira de arrependimento), onde "Dieu est nègre" (Deus é negro) de Ferré é a peça central e, por vezes, é estupenda. O álbum inteiro é cheio de composições impressionantes que soaram bastante inovadoras para os tempos.

O grupo continuou por um tempo, até meados dos anos 70, quando Michel-Georges se uniu à Vincent Dionne (um brilhante percussionista à vontade em todos os gêneros musicais) e fundou a soberba dupla Dionne-Brégent, primeiro soando como um encontro da Tangerine Dream com a NEU! e depois, com o segundo, como Mike Oldfield.

É só depois que esta colaboração terminou que o irmão reuniu o grupo em 1978 (embora não houvesse saxes desta vez, mas com Vincent Dionne nas percussões) para gravar seu segundo álbum, "Pour partir ailleurs" (Para ir a outro lugar), que repetiu a fórmula de seu primeiro álbum, desta vez fazendo ênfase em Leclerc. O álbum é mais rock, mas permanece muito progressivo com momentos atmosféricos sombrios e assombrosos e em outros lugares apontando para avant-prog, e também foi baseado no mesmo princípio: a interpretação de poemas e letras e a adaptação à música. O grupo reunido para a gravação incluía Vincent Dionne e o baixista da Lasting Weep, Claude Chapleau, mas eles não tiveram o ataque do saxofone duplo. Na verdade, a maioria dessas faixas foram escritas antes da formação da Dionne-Brégent, mas nunca foram gravadas antes de 1978.
Este segundo álbum recebeu uma reedição em 2007, pela selo ProgQuébec, com um bônus de gravação ao vivo do grupo antes da gravação deste álbum (mostrando que a maioria dessas faixas eram realmente anteriores ao lançamento do álbum) em junho de 1977 na Universidade UQAM.
Michel-Georges Brégent passou a compor música clássica moderna eletroacústica durante grande parte dos anos 80, antes de morrer em 1993.

⭐⭐⭐⭐⭐

The brothers Michel-Georges (keyboards) and Jacques Brégent (vocals) started their own rock group with two saxes, where they illustrated musically the texts of XXth century French-speaking poets (like Baudelaire, Verlaine and Villon) but also some of the more revered "chansonniers": Léveillé and Leclerc and the semi-anarchist Léo Ferré. Jacques sang those texts with great liberty of adaptation, being very dynamic ranging from whispering to yelling with a great voice. Their sonic illustrations were fairly dramatic, jazzy, gothic, sometimes fraying into free-jazz improvs, unique, inventive (at the time, but still sounds quite uncommon today) and dare I say it: progressive. They released their first album in 1973 called "Poussières des regrets" (Dust of regrets) where Ferré's "Dieu est nègre" (God is nigger) is the centrepiece and, at times, is stupendous. The whole album is filled with impressive compositions that sounded quite innovative for the times.

The group continued for a while, until the mid-1970s, when Michel-Georges teamed up with Vincent Dionne (a brilliant percussionist at ease in all musical genres) and founded the superb Dionne-Brégent duo, first sounding like Tangerine Dream meeting NEU! and then with their second like Mike Oldfield.

It is only after this collaboration ended that the brother reunited the group in 1978 (although there were no saxes this time, but with Vincent Dionne on percussions) to record their second album "Pour partir ailleurs" (For going elsewhere) which repeated the formula of their first album, this time making emphasis on Leclerc. The album is rockier, but stays very progressive with dark and haunting atmospheric moments and elsewhere pointing to avant-prog, and also was based on the same principle: the interpretation of poems and lyrics and the adaptation to music. The group assembled for the recording included Vincent Dionne and Lasting Weep's bassist Claude Chapleau, but they not have the double sax attack of their debut. Actually most of these tracks were written prior to the formation of Dionne-Brégent, but they were never recorded before 1978.
This second album got a reissue in 2007, by the ProgQuébec label, with a bonus live-recording of the group prior to this album's recording (thus showing that most of these tracks were indeed much anterior to the album's release) in June 1977 at UQAM University.
Michel-Georges Brégent went on to compose electro-acoustic modern classical music for much of the 80's before died in 1993.

ALBUMS

Poussières des regrets (1973)
01. Mon frère
02. Épitaphe villon
03. Dans ma maison
04. Je t'aime
05. Le chien
06. La mélancolie
07. Métamorphoses du vampire
08. Dieu est nègre

Músicos
Jacques Brégent - vocais
Michel-Georges Brégent - efeitos, teclados
Jacques Laurin - bateria, percussão, baixo eléctrico
Robert Panetta - guitarra elétrica
Stephen Hall - saxofone tenor
Charles Berman - saxofone alto

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Partir pour ailleurs (1979)
01. T'es rock coco
02. Mes longs voyages
03. Les mouillures
04. En muet
05. La folle complainte
06. L'intersection
07. Couvre-feu
08. Liberté
09. Qu'ont vu tes yeux
10. Sue le balcon
11. En muet (live, bonus)
12. La folle complainte (live, bonus)
13. Sur les balcons (live, bonus)
14. Mes longs voyages (live, bonus)
15. L'intersection/Couvre-feu (live, bonus)
16. T'es rock coco (live, bonus)
17. Dieu est nègre (live, bonus)

Músicos
Jacques Brégent - vocais
Michel-Georges Brégent - teclados
JG Monpetit - guitarra
Claude Chapleau - baixo, violoncelo
Sylvain Coutu - bateria, percussão
(live, bonus)
Jacques Brégent - vocais
Michel-Georges Brégent - teclados
Jacques Laurin - baixo
Vincent Dionne - percussões
Jean Sauvageau - tarola
Université De Montréal - coros

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Brégent Poussières des regrets - 1973
Brégent Partir pour ailleurs - 1979

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Älgarnas Trädgård (Progressive Folk Rock {Suécia})

Älgarnas Trädgård foi uma banda sueca de rock progressivo dos anos setenta.
A banda, formada em Haga, Gotemburgo, em 1969, lançou apenas um álbum durante a sua existência.
Sua música foi influenciada pelo rock alemão (krautrock), space rock e música folclórica nórdica.
A banda é mencionada na famosa Nurse with Wound list.

STORY

A banda fez sua primeira aparição pública no natal de 1969 sob o nome Innerst Inner. No ano seguinte, a banda adquiriu uma sala de ensaios na Hagahuset, uma "casa de todas as atividades" localizada na Biblioteca Pública Dicksonska em Södra Allégatan 4, no distrito de Haga. Durante este período, o nome foi mudado para Älgarnas Trädgård. O nome "Älgarnas Trädgård" significa "Jardim dos Alces". Em 1970, vários shows foram realizados no porão da Hagahuset e no mesmo ano o grupo participou do Gärdetfesten vestindo roupas medievais.

Mais ou menos na mesma época, a Silence Records se interessou em lançar um disco com o grupo. O resultado foi o álbum, "Framtiden är ett svävande skepp, förankrat i forntiden" ("O futuro é um navio flutuante, ancorado no passado"). O álbum foi gravado no Studio Decibel (em 1971) por Torbjörn Falk e lançado em 1972. Como muitos artistas alemães da época, o grupo fez uso das novas possibilidades dos estúdios de música em seu álbum de estréia, mas também incluiu elementos folclóricos e medievais em sua música. A banda utilizou uma gama diversificada de instrumentos como violinos, violoncelo, cítara, sitar, tabla e flauta além dos instrumentos de rock convencionais como baixo, bateria, guitarra e teclados.

A banda passou os próximos dois anos em turnê. Em seus shows, o grupo usou um show de luzes dirigido por The Spotlight Kids. Em 1974, o grupo se concentrou em lançar um novo álbum. Durante a gravação, uma divisão dentro da banda começou, tanto musical quanto socialmente. Parte do grupo queria fazer turnê e tocar mais músicas orientadas ao rock, enquanto a outra parte do grupo, por motivos familiares, queria evitar fazer turnês e tocar músicas mais minimalistas. A banda se separou em 1976, antes mesmo de completaram a gravação do que seria o seu segundo álbum.

Ternald e Öberg se mudaram para Estocolmo e começaram a tocar com Fläsket Brinner. Söderqvist, Brandt e Johansson realizaram alguns últimos shows sob o nome Älgarnas Trädgård 1975-1976, após o qual Söderqvist se mudou para Öland e o grupo foi definitivamente dividido. Mais tarde, Dan Söderqvist formou o grupo Cosmic Overdose, que em 1981 mudou seu nome para Twice a Man.

Em 1995, o álbum de estréia foi re-lançado em CD (o álbum também foi relançado em vinil, no ano de 2015, pelo selo Subliminal Sounds, com prensagem de apenas 700 cópias) e em conexão com este lançamento nasceu a idéia de completar o segundo álbum inédito e lançá-lo. Em 30 de maio de 1998, o grupo se reuniu para um show, que aconteceu na represa Näckros, em Gotemburgo. Entre os participantes também estiveram Träd, Gräs och Stenar e Hansson & Karlsson. Em maio de 2001, Söderqvist e Ternald foram para a Silence Records em Koppom, Värmland, onde o segundo álbum foi mixado com Anders Lind. No mesmo ano, foi lançado sob o nome "Delayed".

⭐⭐⭐⭐⭐

Älgarnas Trädgård was a Swedish progressive rock band from the seventies.
The band, formed in Hagahuset, Gothenburg in 1969, released only one album during its existence.
Its music was influenced by German rock (krautrock), space rock and Nordic folk music.
The band is mentioned in the famous Nurse with Wound list.

STORY

The band made their first public appearance at Christmas 1969 under the name Innerst Inner. The following year, the band acquired a rehearsal room at Hagahuset, a "house of all activities" located at the Dicksonska Public Library in Södra Allégatan 4, in the Haga district. During this period the name was changed to Älgarnas Trädgård. The name "Älgarnas Trädgård" means "The Garden of the Elks".
In 1970, several shows were held in the Hagahuset basement and in the same year the group participated in the Gärdetfesten wearing medieval clothes.

About the same time, Silence Records became interested in releasing a record with the group. The result was the album, "Framtiden är ett svävande skepp, förankrat i forntiden" ("The future is a hovering ship, anchored in the past"). The album was recorded at Studio Decibel (in 1971) by Torbjörn Falk and released in 1972. Like many German artists of the time, the group made use of the new possibilities. from the music studios on their debut album, but also included folk and medieval elements in their music. The band used a diverse range of instruments such as violins, cello, sitar, sitar, tabla and flute as well as conventional rock instruments such as bass, drums, guitar and keyboards.

The band spent the next two years on tour. At their shows, the group used a light show directed by The Spotlight Kids. In 1974, the group focused on releasing a new album. During the recording, a split within the band began, both musically and socially. Part of the group wanted to tour and play more rock-oriented songs, while the other part of the group, for family reasons, wanted to avoid touring and playing more minimalist songs. The band broke up in 1976 before its even completed recording what would be their second album.

Ternald and Öberg moved to Stockholm and began playing with Fläsket Brinner. Söderqvist, Brandt and Johansson performed some last shows under the name Älgarnas Trädgård 1975-1976, after which Söderqvist moved to Öland and the group was definitely split. Dan Söderqvist later formed the Cosmic Overdose group, which in 1981 changed its name to Twice a Man.

In 1995, the debut album was re-released on CD (the album was also relaunched on vinyl in 2015 by the Subliminal Sounds label, with a press of only 700 copies) and in connection with this release was born the idea. to complete the second unreleased album and release it. On May 30, 1998, the group met for a show, which took place at the Näckros Dam in Gothenburg. Participants also included Träd, Gräs och Stenar and Hansson & Karlsson. In May 2001, Söderqvist and Ternald went to Silence Records in Koppom, Värmland, where the second album was mixed with Anders Lind. In the same year, it was released under the name "Delayed".

Membros
Andreas Brandt - violino, vocais, percussão, flauta
Mikael Johanson - baixo, handdrum, cítara, tablas, percussão
Dennis Lindh - bateria, tablas, percussão, zinks, jews harpa
Dan Söderqvist - guitarras, percussão
Jan Ternald - Mellotron, piano, modulador moog, órgão, piano elétrico
Sebastion Öberg - violoncelo, flauta, sitar, tablas

vinyl images

ALBUMS

Framtiden är ett svävande skepp, förankrat i forntiden (1972)
01. Two hours over two blue mountains with
a cuckoo on each side, of the hours....that is
02. There is a time for everything,
there is a time when even time will meet
03. Children of possibilities
04. La rotta
05. Viriditas
06. Rings of Saturn
07. The future is a hovering ship,
anchored in the past
08. 5/4 (bonus)
09. The mirrors of Gabriel (bonus)

Mp3 320kbps and full artworks: enjoy!

Delayed [1973-74] (2001)
01. Takeoff
02. Interstellar cruise
03. Reflection
04. Almond raga
05. Beetlewater
06. The arrival of autumn
07. My childhood trees

Mp3 320kbps and full artworks: enjoy!

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Älgarnas TrädgårdFramtiden är ett svävande skepp, förankrat i forntiden - 1972
[full album]

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Atlantis Philharmonic - Atlantis Philharmonic - 1974 (Symphonic Progressive Rock {US})

Esta dupla americana formou-se em Cleveland durante o início dos anos 70 por Royce Gibson na bateria e o multi instrumentista Joe DiFazio. Seu estilo é principalmente a mistura de influências sinfônicas como Camel, ELP, com alguma fusão e um pouco do som da The Moody Blues e hard rock em alguns momentos.

Seu primeiro e único LP é o álbum auto-intitulado de 1974, lançado pela gravadora Deutsche Harmonia Mundi. O som eclético deste álbum é muito característico, como os excelentes vocais próximos a uma mistura de psicodélico e pop, além de uma guitarra pesada que lembra o início da ELP ou a The Nice com um toque de Camel.

Mas isso não é tudo, em faixas como "Atlantis" podemos encontrar alguma influência do rock pesado semelhante à Uriah Heep ou Deep Purple, outros mais perto de Atomic Rooster, como "Death man", além de toques atmosféricos como na incrível "Woodsman(aos 5m26s acontece a "magia"), que também combina algumas tendências jazzísticas.

Os arranjos de teclado exuberantes, incluindo piano, órgão e mellotron e a mistura variada de sons e estilos são perfeitos para o gosto dos fãs de rock progressivo mais exigentes.
Este álbum eclético com uma orientação clássica clara (como o nome deles claramente sugere) é considerado um dos primeiros exemplos do rock progressivo dos EUA e merece ser ouvido pelos progheads.
Eu não tenho informações sobre o que aconteceu com os dois membros da Atlantis Philharmonic quando eles se separaram.
Alguns lugares os consideram sinfônicos, outros psicodélicos ou até mesmo orientados ao jazz, mas o importante é que eles gravaram um excelente álbum que deve estar em todas as coleções de rock progressivo, um excelente acréscimo para quase qualquer subgênero, mas muito mais próximo do sinfônico.

Com relação às duas versões disponibilizadas: a primeira, de 1990 pelo selo The Laser's Edge traz o álbum na íntegra, mais fotos da dupla no encarte. Já a segunda versão, de 2016 pelo selo Belle Antique, contém 4 faixas bônus e letras no encarte.
Se você ainda não conhece essa banda, baixe agora e escute! E, se tiver a opurtunidade, não deixe de acrescentá-la à sua coleção.

⭐⭐⭐⭐⭐

This US duo formed in Cleveland during the early/mid 70's by Royce Gibson on drums and the multi instrumentalist Joe DiFazio. Their style is mostly the blending of symphonic influences like Camel, ELP, with some fusion and a bit of the sound of the The Moody Blues and hard rock in some moments. 

Their first and only LP is the 1974 self titled album released by the label Deutsche Harmonia Mundi. The eclectic sound of this album features very characteristic, like the excellent vocals close to a blend of psychedelic and pop plus a hard guitar that reminds of early ELP or The Nice with a touch of Camel

But this isn't all, in tracks as "Atlantis" we can finds some of heavy rock influence similar to Uriah Heep or Deep Purple, others closer to Atomic Rooster, like "Death man", plus atmospheric touches like in the incredible "Woodsman(at 5m26s the "magic" happens), that also blends some jazzy leanings. 

The lush keyboard arrangements including piano, organ and mellotron and the varied mixture of sounds and styles are perfect for the taste of the most demanding progressive rock fans 
This eclectic album with a clear classical orientation (As their name clearly isuggest) is considered one of the earliest examples of USA progressive rock and deserves to be listened by progheads.
I don't have informations about happened with the two members of Atlantis Philharmonic when they disbanded.
Some places consider them symphonic, others psych or even jazz-oriented, but the important thing is that they recorded an excellent album that must be in every prog rock collection, an excellent addition for almost any sub-genre but much closer to symphonic.

Regarding the two versions available: the first, by The Laser's Edge label (1990), brings the album in full, plus photos of the duo in the booklet. Already the second version, by Belle Antique label (2016), contains 4 bonus tracks and lyrics in the booklet.
If you don't know this band yet, download it now and listen! And if you have the opportunity, be sure to add it to your collection.

Membros
Joe DiFazio - órgão, piano, piano eletrônico,
cravo, Mellotron, sintetizador Moog, guitarra, baixo,
pedais-de-pé de graves, vocais principais e de apoio
Royce Gibson - bateria, tímpano, bumbo,
gongo, caixa de concerto e backing vocals


ALBUM'S VERSIONS

Atlantis Philharmonic (1974)
[1990, The Laser's Edge]

01. Atlantis
02. Woodsman
03. Death man
04. Fly-the-light
05. My friend
06. Atlas

Mp3 320kbps and full artworks: enjoy!

Atlantis Philharmonic (1974)
[2016, Belle Antique]

01. Atlantis
02. Woodsman
03. Death man
04. Fly-the-light
05. My friend
06. Atlas
07. Terra re natus/Overture (live, bonus)
08. Death man (live, bonus)
09. Atlas (live, bonus)
10. In the hall of the mountain king (live, bonus)

Mp3 320kbps and full artworks: enjoy!

Link para o download das 2 versões do album: enjoy!

Atlantis Philharmonic - Atlantis Philharmonic - 1974
(full album + bonus)